Em 1706/2009 nosso STF (Supremo Tribunal Federal) julgou, digamos desnecessário, todo o esmero seja por vocação ou por obrigação dos presentes jornalistas de fato e de direito para suas profissionalisações, decretando que se tenha tal título sem uma graduação.Isto posto pensei cá com meus botões que a área que tem Leda Nagle, Arthur Xexéo, Luis Fernando Verissimo, Caco Barcelos, Zuenir Ventura e tantos outros profissionais bons quanto, porém menos famosos, deva habilitá-los com um certo aprimoramento científico.
Me desculpem meritíssimos, mas não achei procedente tal conclusão.
Ser um jornalista transcende a capacidade de ter uma visão fática dos acontecimentos e descrevê-los de forma imparcial, é quase só isso tudo. Há um quê de maestria em escritas, imagens e narrativas lapidado exatamente em período acadêmico, no qual todos os envolvidos são fortemente pressionados, com trabalhos, provas e coisas afins sob alegação de uma seleção para o mercado, a partir de então serão "selecionados" não mais pelo quoeficiente de inteligência e sim pelo quem indique.Não me causaria o menor espanto testemunhar daqui a alguns anos vários biscates ou passatempos mal remunerados nesta profissão.
Ainda cá com os meus botões cheguei a pensar em uma conspiração para acabar com a legitimidade de qualquer manifesto ou contestação futura, nada de se estranhar em tempos de político que pouco se lixa com a opinião pública.
Antes que me rotulem de jornalista revoltado registro que sou graduado sim, porém de área bastante diferente da a do tema, mas me preocupa mais degradações que possam vir.
Memento mori et Carpe diem!
sábado, 20 de junho de 2009
quinta-feira, 4 de junho de 2009
Intromissão poética
Proparoxítona é proparoxítona.
Paroxítona é proparoxítona.
Oxítona é proparoxítona.
Toda proparoxítona é acentuada.
Porém ser proparoxítona não é propriedade de toda palavra.
As que não são dependem da terminação para serem classificadas.
Bem vindos ao país da escrita diferenciada.
Recentemente modificada.
Ainda não sei se melhorada ou piorada.
"Certeza" mesmo, só de que será "unificada".
Peço desculpas a Bechara e a outros simpatizantes ou estudiosos do idioma, para iniciar o final do meu pensamento fora da toada.
Pois assaltei a gramática.
Assassinei a lógica.
Violentei a métrica.
Cometi uma heresia.
Meti poesia onde devia e não devia.
Memento mori et Carpe diem!
Paroxítona é proparoxítona.
Oxítona é proparoxítona.
Toda proparoxítona é acentuada.
Porém ser proparoxítona não é propriedade de toda palavra.
As que não são dependem da terminação para serem classificadas.
Bem vindos ao país da escrita diferenciada.
Recentemente modificada.
Ainda não sei se melhorada ou piorada.
"Certeza" mesmo, só de que será "unificada".
Peço desculpas a Bechara e a outros simpatizantes ou estudiosos do idioma, para iniciar o final do meu pensamento fora da toada.
Pois assaltei a gramática.
Assassinei a lógica.
Violentei a métrica.
Cometi uma heresia.
Meti poesia onde devia e não devia.
Memento mori et Carpe diem!
quinta-feira, 14 de maio de 2009
Pra não dizer que não falei do altruísmo
Nunca ouvi ninguém desejar à alguém que nasce ser um altruísta, todos desejam saúde(não que seja dispensável) muito dinheiro, sorte(tal qual a saúde essencial), alguns desejam fama, mas não ouvi ainda"Que sejas um altruísta!"
Compreenssível, há muito pensar no outro deixou de ser padrão da configuração do ser humano, o eu sobrepôs o nós, o meu ao nosso e então esta característica se perdeu, tornou-se rara a ponto de ter valor de uma virtude.
Penso que não se faz necessário beatificar o indivíduo que a tenha. Basta aprendermos a lição e multiplicá-la, pensar em outrem vai muito além de prover ao semelhante bens materiais, finanças ou coisa afim, trata-se de lembrar de um dos mandamentos escritos na tábua de Moisés:
"Não queira aos outros o que não desejas a ti mesmo"; Acho que era mais ou menos isso(risos).
O altruísmo nosso de cada dia não resolverá tudo, mas será um grande começo.
Licença Geraldo Vandré:
Venham!
Vamos embora!
Que esperar não é saber, quem sabe das necessidades faz a hora, não espera acontecer.
Memento mori et Carpe diem!
Compreenssível, há muito pensar no outro deixou de ser padrão da configuração do ser humano, o eu sobrepôs o nós, o meu ao nosso e então esta característica se perdeu, tornou-se rara a ponto de ter valor de uma virtude.
Penso que não se faz necessário beatificar o indivíduo que a tenha. Basta aprendermos a lição e multiplicá-la, pensar em outrem vai muito além de prover ao semelhante bens materiais, finanças ou coisa afim, trata-se de lembrar de um dos mandamentos escritos na tábua de Moisés:
"Não queira aos outros o que não desejas a ti mesmo"; Acho que era mais ou menos isso(risos).
O altruísmo nosso de cada dia não resolverá tudo, mas será um grande começo.
Licença Geraldo Vandré:
Venham!
Vamos embora!
Que esperar não é saber, quem sabe das necessidades faz a hora, não espera acontecer.
Memento mori et Carpe diem!
sexta-feira, 1 de maio de 2009
Na mesma
Não sei quem disse e porque disse que avançamos muito e rapidamente. Só há evidências do contrário, basta invertermos o prisma.
Estudiosos defendem que somos Homo Sapiens Sapiens ( homens que sabem que sabem) um estágio acima dos "evoluidos" Homos Sapiens ( homens que sabem), não sei não.
Vejo que modernizamos as barbáries hoje somos capazes de matar bem mais, com bem menos esforço e muito mais distantes.Se compararmos as performances atuais com as dos conquistadores de outrora fica bastante parelha a disputa.
Há pouco mais de quinhentos anos tinhamos a certeza, inquestionável sob pena de morte, de que o planeta Terra era achatado. Aprendemos a voar, alçamos voos cada vez mais altos a ponto de poder avistá-lo de fora, e além de ratificar sua forma arredondada o apelidamos de planeta azul. Mas até então fomos incapazes de nos policiarmos sobre o esgotamento de recursos naturais esgotáveis, nada mais óbvio de se concluir uma vez que há uma área delimitada e sem previsão de expansão. Óbivio para qualquer um, menos para nós mesmos.
Numa análise social mais localizada estou rodeado de muitos ainda contagiados com a crença tola, instituida há mais ou menos quarenta anos, de que o Brasil seria o país do futuro. Os sonhadores e vendedores dessa ilusão de ontem seriam os que poderiam prover a ascenção agora, e?
Registro aqui uma meia culpa por três décadas de certa conivência, talvez por conveniência ou coisa que o valha. Mas como bem cantara Os Paralamas do Sucesso:
"Eu acordo pra trabalhar, corro pra trabalhar, durmo pra trabalhar, como pra trabalhar. Eu não tenho tempo de ter o tempo livre de ser, de nada ter que fazer, eu me encontro perdido nas coisas que eu criei, eu nada sei..., ando cansado demais".
Memento mori et Carpe diem!
Estudiosos defendem que somos Homo Sapiens Sapiens ( homens que sabem que sabem) um estágio acima dos "evoluidos" Homos Sapiens ( homens que sabem), não sei não.
Vejo que modernizamos as barbáries hoje somos capazes de matar bem mais, com bem menos esforço e muito mais distantes.Se compararmos as performances atuais com as dos conquistadores de outrora fica bastante parelha a disputa.
Há pouco mais de quinhentos anos tinhamos a certeza, inquestionável sob pena de morte, de que o planeta Terra era achatado. Aprendemos a voar, alçamos voos cada vez mais altos a ponto de poder avistá-lo de fora, e além de ratificar sua forma arredondada o apelidamos de planeta azul. Mas até então fomos incapazes de nos policiarmos sobre o esgotamento de recursos naturais esgotáveis, nada mais óbvio de se concluir uma vez que há uma área delimitada e sem previsão de expansão. Óbivio para qualquer um, menos para nós mesmos.
Numa análise social mais localizada estou rodeado de muitos ainda contagiados com a crença tola, instituida há mais ou menos quarenta anos, de que o Brasil seria o país do futuro. Os sonhadores e vendedores dessa ilusão de ontem seriam os que poderiam prover a ascenção agora, e?
Registro aqui uma meia culpa por três décadas de certa conivência, talvez por conveniência ou coisa que o valha. Mas como bem cantara Os Paralamas do Sucesso:
"Eu acordo pra trabalhar, corro pra trabalhar, durmo pra trabalhar, como pra trabalhar. Eu não tenho tempo de ter o tempo livre de ser, de nada ter que fazer, eu me encontro perdido nas coisas que eu criei, eu nada sei..., ando cansado demais".
Memento mori et Carpe diem!
quinta-feira, 16 de abril de 2009
Oba! Obama!
Ainda entusiasmado com a chegada da nova família a Casa Branca, chefiada por um negro, com nome mulçumano, que teve infância pobre e enferma e neto de africanos. Fui surpreendido por mim mesmo e pelas convicções de muitos outros entusiastas de que a maioria ou senão todas as mazelas do mundo estariam com os dias contados.
Racismo, o Obama resolvi!, Oba!
Guerras, o Obama resolvi!, Oba!
Crise econômica, O Obama resolvi!, Oba!
E por aí vai...
Passada a carnavalização do fato e o carnaval propriamente dito subtamente lemberei-me que a Casa Branca fica em Washington e não em Brasília, Lima, Buenos Aires, Lapaz, Santiago, Paris, Londres, Tóquio, Berna, Moscou, Sidnei ou qualquer outra capital e concluí que é totalmente injusta tamanha expectativa sobre tal nomeação; Mais vale esperar que diferentemente do seu antecessor Obama seja mais cosmopolita na tomada de decisões. Pois antes de ser o novo inquilino da presidência do "mundo" é um ser humano passível de erros e acertos, que estará frente a frente com os males da sociedade americana e mundial, milenares, por menos de uma década.
Contudo Oba! Obama!
Memento mori et Carpe diem!
Racismo, o Obama resolvi!, Oba!
Guerras, o Obama resolvi!, Oba!
Crise econômica, O Obama resolvi!, Oba!
E por aí vai...
Passada a carnavalização do fato e o carnaval propriamente dito subtamente lemberei-me que a Casa Branca fica em Washington e não em Brasília, Lima, Buenos Aires, Lapaz, Santiago, Paris, Londres, Tóquio, Berna, Moscou, Sidnei ou qualquer outra capital e concluí que é totalmente injusta tamanha expectativa sobre tal nomeação; Mais vale esperar que diferentemente do seu antecessor Obama seja mais cosmopolita na tomada de decisões. Pois antes de ser o novo inquilino da presidência do "mundo" é um ser humano passível de erros e acertos, que estará frente a frente com os males da sociedade americana e mundial, milenares, por menos de uma década.
Contudo Oba! Obama!
Memento mori et Carpe diem!
quarta-feira, 8 de abril de 2009
Já dizia Joseph Klimber: "A vida é uma caixinha de surpresas"
Parece meio sórdido, mas apenas há pouco tempo descobri o que é o mais importante na vida. Não é ser rico, bonito ou responsável, nem mesmo amável, carinhoso ou correto, ou ainda ter saúde, responsabilidade ou mesmo um emprego.
Pode parecer um absurdo, mas não acho que nenhuma dessas coisas seja a mais importante. Acredito que a chave para tudo é apenas uma: ser FELIZ.
Mas você pode dizer: "De que adianta ser feliz se não tenho saúde?", ora, meu caro, se você for feliz, todas as outras coisas vêm junto. Já ouviu falar que "Rir é o melhor remédio"? Então! Quem é feliz ri (e sorri) mais, não leva a vida tão a sério, porque isso só estressa.
Procure algo que lhe traga felicidade, seja trabalho, amor, amizade ou mesmo solidão. Faça o que lhe faz feliz e a partir do momento em que você não estiver mais sendo feliz daquele jeito, mude! Não tenha medo de mudar! Mude de emprego, mude de casa, mude de amor, mude de opinião! Não importa o que os outros dirão. Você é o único que passa 24h por dia com você! Já dizia Raul: "Eu prefiro ser essa metamorfose ambulante do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo". Mudar não quer dizer que você não tem personalidade, quer dizer que você reconhece o que lhe faz feliz e que está vivo!
A vida é muito curta para se viver infeliz, para ser sempre o mesmo. Se reinvente quando você já não se agradar mais, mas o mais importante de tudo: SEJA FELIZ SEMPRE! SÓ SE VIVE UMA VEZ!
Pode parecer um absurdo, mas não acho que nenhuma dessas coisas seja a mais importante. Acredito que a chave para tudo é apenas uma: ser FELIZ.
Mas você pode dizer: "De que adianta ser feliz se não tenho saúde?", ora, meu caro, se você for feliz, todas as outras coisas vêm junto. Já ouviu falar que "Rir é o melhor remédio"? Então! Quem é feliz ri (e sorri) mais, não leva a vida tão a sério, porque isso só estressa.
Procure algo que lhe traga felicidade, seja trabalho, amor, amizade ou mesmo solidão. Faça o que lhe faz feliz e a partir do momento em que você não estiver mais sendo feliz daquele jeito, mude! Não tenha medo de mudar! Mude de emprego, mude de casa, mude de amor, mude de opinião! Não importa o que os outros dirão. Você é o único que passa 24h por dia com você! Já dizia Raul: "Eu prefiro ser essa metamorfose ambulante do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo". Mudar não quer dizer que você não tem personalidade, quer dizer que você reconhece o que lhe faz feliz e que está vivo!
A vida é muito curta para se viver infeliz, para ser sempre o mesmo. Se reinvente quando você já não se agradar mais, mas o mais importante de tudo: SEJA FELIZ SEMPRE! SÓ SE VIVE UMA VEZ!
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
Ter ou não ter? Eis a nova questão.
O padrão do cotidiano é não ter nada ou quase, não temos dinheiro, não temos políticos, não temos política, não temos governo, não temos Estado.
Há muito perdemos a paciência, a educação, a atitude, a cidadania, a moral e os bons costumes. Não temos segurança, não temos voz, não temos alguém , ( no sentido literal e primário do verbo) , acompanhamos e somos acompanhados, não temos toda privacidade, não temos todas as ruas das cidades, não temos acesso total, não temos informação.
Vale mencionar a casa muito engraçada, nunca vista, somente cantada e imaginada, a qual já não tinha teto, não tinha nada! Não temos vocabulário, porque não temos o hábito da leitura. E o que falar de tempo então, hein?!
Em terra de quem não tem tanta coisa, quem tem tudo ou quase, devido a pouquíssima parceria, é visto como um ser inatingível, previsível (em suas constantes inovações), monocromático, monossilábico, "monótono".
Memento mori et Carpe diem!
Há muito perdemos a paciência, a educação, a atitude, a cidadania, a moral e os bons costumes. Não temos segurança, não temos voz, não temos alguém , ( no sentido literal e primário do verbo) , acompanhamos e somos acompanhados, não temos toda privacidade, não temos todas as ruas das cidades, não temos acesso total, não temos informação.
Vale mencionar a casa muito engraçada, nunca vista, somente cantada e imaginada, a qual já não tinha teto, não tinha nada! Não temos vocabulário, porque não temos o hábito da leitura. E o que falar de tempo então, hein?!
Em terra de quem não tem tanta coisa, quem tem tudo ou quase, devido a pouquíssima parceria, é visto como um ser inatingível, previsível (em suas constantes inovações), monocromático, monossilábico, "monótono".
Memento mori et Carpe diem!
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