As chances das coisas capazes de modificar as nossas vidas aparecerem, ao contrário que se possa imaginar, não são múltiplas.
Ser alguém correto, companheiro de todas as horas, ótimo(a) filho(a), pai, mãe, irmão, irmã, amigo(a) ou degenerar-se a esse ponto é quase o bastante para tal acesso.
Tudo isso nos deixa a beira da plataforma, bem juntos da locomotiva da felicidade. Para embarcar é pré-requisito um mínimo de ousadia e muita gana.
O trem não é parador e hesitar em entrar estando na frente de uma porta aberta, só pra ter história triste pra contar, significa perder um ou alguns dos poucos vagões disponíveis.
Protelar a viagem tende a ser um erro irreparável, com o passar do tempo a vitalidade para continuar na correria, encarar o empurra empurra e apertar-se em meio aos demais viajantes fica menor e você deixa de estar ao lado e passa a estar atrás, podendo talvez nunca mais alcançar. Em caso de tombos ou obstáculos que tenha que transpor "retroceder nunca, render-se jamais!" Go on! Em bom e novo português, vai que é sua!
Memento mori et Carpe diem
sexta-feira, 17 de julho de 2009
quarta-feira, 15 de julho de 2009
Justiça para todos!!
Com a prisão, mesmo que temporária, do ídolo porque não dizer mito de muitos, chamado Romário me pus a pensar mais uma vez sobre a justiça "justa" do meu país e tive uma sensação mista de satisfação e resignação. A primeira por ver alguém de renda ser penalisado, nem que seja pelo único motivo que enclausure os cidadãos independentemente de renda ou popularidade, coisa que deveria ser para todo e qualquer crime e a segunda por estarmos em meio a tanta bagunça de nossos políticos e até o Romário ser punido e eles não.
Vejam bem, não venho aqui lançar um manifesto "Baixinho Free" ou exaltar a pessoa que é esse ex jogador ou coisa que o valha, até porque nem o acho tão boa gente assim, mas é notória nessa questão específica a postura de usurpadora por parte da mãe dos filhos em questão, antes que me façam advertências do tipo " Ele não é nenhuma criança!", " Ele tem muita grana, não passa por dificuldade!" e etc...os(as) convido a raciocinar se a módica quantia acima de R$20.000,00 não é também para garantir a ocupação de dondoca da mãezona.
Otário foi o "malandro" Romário que não aproveitou tamanha popularidade para cavar uma vaguinha no Planalto ou no Senado brasileiro e assim se ver livre de uma vez por todas dos lâmpejos de eficiência da justiça nessas esferas, tal qual Paulo Maluff, José Dirceu, Roberto Jeferson, José Sarney e outros tantos mais. Aproveitando todo esse fuzuê o orientaria a tentar tal "êxito" e começaria uma campanha eleitoral massiça junto a " imensa" torcida do América Football Club, clube onde é dirigente, seria facilmente eleito sob promessas de ser em Brasília alguém que teria atalhos para atender aos interesses desse clube, tal qual o bem sucedido Eurico Miranda.
Memento mori et Carpe diem
Vejam bem, não venho aqui lançar um manifesto "Baixinho Free" ou exaltar a pessoa que é esse ex jogador ou coisa que o valha, até porque nem o acho tão boa gente assim, mas é notória nessa questão específica a postura de usurpadora por parte da mãe dos filhos em questão, antes que me façam advertências do tipo " Ele não é nenhuma criança!", " Ele tem muita grana, não passa por dificuldade!" e etc...os(as) convido a raciocinar se a módica quantia acima de R$20.000,00 não é também para garantir a ocupação de dondoca da mãezona.
Otário foi o "malandro" Romário que não aproveitou tamanha popularidade para cavar uma vaguinha no Planalto ou no Senado brasileiro e assim se ver livre de uma vez por todas dos lâmpejos de eficiência da justiça nessas esferas, tal qual Paulo Maluff, José Dirceu, Roberto Jeferson, José Sarney e outros tantos mais. Aproveitando todo esse fuzuê o orientaria a tentar tal "êxito" e começaria uma campanha eleitoral massiça junto a " imensa" torcida do América Football Club, clube onde é dirigente, seria facilmente eleito sob promessas de ser em Brasília alguém que teria atalhos para atender aos interesses desse clube, tal qual o bem sucedido Eurico Miranda.
Memento mori et Carpe diem
sábado, 4 de julho de 2009
Donas palavras
Em todo momento vejo palavras, no plantar, no germinar, no nascer, no crescer e no partir.
Sonho com palavras que avisto todos os dias, em todas as horas entre o despertar e o dormir.
Há palavras nas películas mudas, mímicas e músicas, cantadas e não cantadas.
"Palavras são apenas palavras pequenas, palavras...".
Palavras estão nos tempos, nos dilemas, nas soluções e contratempos.
Vejo palavras nas placas, nas retas, curvas, descidas e subidas dessa nossa estrada.
Se me perguntarem como escrevo não as tenho para essa dúvida dirimir.
Vocábulos e seus falsetes, mais comuns como metáforas, me conduzem e me conduzirão aos inícios, meios e fins. Definitivamente não possuo as palavras, elas são donas de mim.
Memento mori et Carpe diem!
Sonho com palavras que avisto todos os dias, em todas as horas entre o despertar e o dormir.
Há palavras nas películas mudas, mímicas e músicas, cantadas e não cantadas.
"Palavras são apenas palavras pequenas, palavras...".
Palavras estão nos tempos, nos dilemas, nas soluções e contratempos.
Vejo palavras nas placas, nas retas, curvas, descidas e subidas dessa nossa estrada.
Se me perguntarem como escrevo não as tenho para essa dúvida dirimir.
Vocábulos e seus falsetes, mais comuns como metáforas, me conduzem e me conduzirão aos inícios, meios e fins. Definitivamente não possuo as palavras, elas são donas de mim.
Memento mori et Carpe diem!
Aqui jaz o esporte amador
Ainda num misto de abobalhado com surpreso pela morte de Michael Jackson e fugindo de todo sensacionalismo habitual instaurado pelo fato achei nas ondas do rádio uma entrevista que me consternou bem mais. Na conversa era falada a morte do complexo esportivo Júlio Delamare, anexo ao estádio do Maracanã.
Ouvindo aquele disparate todo fui imaginando uma lápide e seus escritos que seriam postos no lugar.No início a mesma frase que dá título a esse texto e em seguida as suas grandes realizações e seus grandes momentos, sua serventia na popularização de certos esportes com os jogos de pólo aquático e os Meetings de natação e atletismo, sem contar o importante papel social disponibilizando acesso aos seus eventos e ao desporto à pessoas pobres ou carentes e entretendo os da melhor idade com o recente e excelente projeto Suderj em forma, para finalizar o epitáfio.
Saber que tudo isso será devastado para dar lugar a um estacionamento, sob a promessa de ressurreição sabe-se lá onde, sabe-se lá quando é lastimável. Aumenta a decepção lembrar de uma construção enorme caindo aos pedaços, que dizem se tratar de um museu do índio, hoje sem qualquer acervo, vizinha do local, que daria um ótimo e também enorme edifício garagem, ou melhor ainda, uma nova escola de educação física e de áreas afins da UERJ ( Universidade do Estado do Rio de Janeiro) muito bem situada e lembar do também quase abandonado e imenso quintal da Quinta da Boa Vista que desempenharia muitíssimo bem a função de um amplo estacionamento vinculado a um sistema de micro-ônibus para uma travessia áté o Maracanã e nem serem cogitadas tais hipóteses.
Prefiro crer que isso foi pensado e que por conveniências inconvenientes não se tornou projeto, pelo menos ter sido pensado já é um alento.
Me perdoem os fãs mais fervorozos do astro, mas decidi lembrar dele somente quando ouvir em festas ou boates suas boas e dançantes músicas e improvisar um Moon Walker ou quando vir um dos seus clipes com as suas coreografias sempre inovadoras, deixar quem não viveu descansar em paz e seguir em frente.Pois a morte de um complexo esportivo dessa magnitude e o pouco provável renascimento com tamanha pujança me doem mais.
Who´s Bad?!
Memento mori et Carpe diem!
Ouvindo aquele disparate todo fui imaginando uma lápide e seus escritos que seriam postos no lugar.No início a mesma frase que dá título a esse texto e em seguida as suas grandes realizações e seus grandes momentos, sua serventia na popularização de certos esportes com os jogos de pólo aquático e os Meetings de natação e atletismo, sem contar o importante papel social disponibilizando acesso aos seus eventos e ao desporto à pessoas pobres ou carentes e entretendo os da melhor idade com o recente e excelente projeto Suderj em forma, para finalizar o epitáfio.
Saber que tudo isso será devastado para dar lugar a um estacionamento, sob a promessa de ressurreição sabe-se lá onde, sabe-se lá quando é lastimável. Aumenta a decepção lembrar de uma construção enorme caindo aos pedaços, que dizem se tratar de um museu do índio, hoje sem qualquer acervo, vizinha do local, que daria um ótimo e também enorme edifício garagem, ou melhor ainda, uma nova escola de educação física e de áreas afins da UERJ ( Universidade do Estado do Rio de Janeiro) muito bem situada e lembar do também quase abandonado e imenso quintal da Quinta da Boa Vista que desempenharia muitíssimo bem a função de um amplo estacionamento vinculado a um sistema de micro-ônibus para uma travessia áté o Maracanã e nem serem cogitadas tais hipóteses.
Prefiro crer que isso foi pensado e que por conveniências inconvenientes não se tornou projeto, pelo menos ter sido pensado já é um alento.
Me perdoem os fãs mais fervorozos do astro, mas decidi lembrar dele somente quando ouvir em festas ou boates suas boas e dançantes músicas e improvisar um Moon Walker ou quando vir um dos seus clipes com as suas coreografias sempre inovadoras, deixar quem não viveu descansar em paz e seguir em frente.Pois a morte de um complexo esportivo dessa magnitude e o pouco provável renascimento com tamanha pujança me doem mais.
Who´s Bad?!
Memento mori et Carpe diem!
sábado, 20 de junho de 2009
Aberta a caça a graduação no Brasil
Em 1706/2009 nosso STF (Supremo Tribunal Federal) julgou, digamos desnecessário, todo o esmero seja por vocação ou por obrigação dos presentes jornalistas de fato e de direito para suas profissionalisações, decretando que se tenha tal título sem uma graduação.Isto posto pensei cá com meus botões que a área que tem Leda Nagle, Arthur Xexéo, Luis Fernando Verissimo, Caco Barcelos, Zuenir Ventura e tantos outros profissionais bons quanto, porém menos famosos, deva habilitá-los com um certo aprimoramento científico.
Me desculpem meritíssimos, mas não achei procedente tal conclusão.
Ser um jornalista transcende a capacidade de ter uma visão fática dos acontecimentos e descrevê-los de forma imparcial, é quase só isso tudo. Há um quê de maestria em escritas, imagens e narrativas lapidado exatamente em período acadêmico, no qual todos os envolvidos são fortemente pressionados, com trabalhos, provas e coisas afins sob alegação de uma seleção para o mercado, a partir de então serão "selecionados" não mais pelo quoeficiente de inteligência e sim pelo quem indique.Não me causaria o menor espanto testemunhar daqui a alguns anos vários biscates ou passatempos mal remunerados nesta profissão.
Ainda cá com os meus botões cheguei a pensar em uma conspiração para acabar com a legitimidade de qualquer manifesto ou contestação futura, nada de se estranhar em tempos de político que pouco se lixa com a opinião pública.
Antes que me rotulem de jornalista revoltado registro que sou graduado sim, porém de área bastante diferente da a do tema, mas me preocupa mais degradações que possam vir.
Memento mori et Carpe diem!
Me desculpem meritíssimos, mas não achei procedente tal conclusão.
Ser um jornalista transcende a capacidade de ter uma visão fática dos acontecimentos e descrevê-los de forma imparcial, é quase só isso tudo. Há um quê de maestria em escritas, imagens e narrativas lapidado exatamente em período acadêmico, no qual todos os envolvidos são fortemente pressionados, com trabalhos, provas e coisas afins sob alegação de uma seleção para o mercado, a partir de então serão "selecionados" não mais pelo quoeficiente de inteligência e sim pelo quem indique.Não me causaria o menor espanto testemunhar daqui a alguns anos vários biscates ou passatempos mal remunerados nesta profissão.
Ainda cá com os meus botões cheguei a pensar em uma conspiração para acabar com a legitimidade de qualquer manifesto ou contestação futura, nada de se estranhar em tempos de político que pouco se lixa com a opinião pública.
Antes que me rotulem de jornalista revoltado registro que sou graduado sim, porém de área bastante diferente da a do tema, mas me preocupa mais degradações que possam vir.
Memento mori et Carpe diem!
quinta-feira, 4 de junho de 2009
Intromissão poética
Proparoxítona é proparoxítona.
Paroxítona é proparoxítona.
Oxítona é proparoxítona.
Toda proparoxítona é acentuada.
Porém ser proparoxítona não é propriedade de toda palavra.
As que não são dependem da terminação para serem classificadas.
Bem vindos ao país da escrita diferenciada.
Recentemente modificada.
Ainda não sei se melhorada ou piorada.
"Certeza" mesmo, só de que será "unificada".
Peço desculpas a Bechara e a outros simpatizantes ou estudiosos do idioma, para iniciar o final do meu pensamento fora da toada.
Pois assaltei a gramática.
Assassinei a lógica.
Violentei a métrica.
Cometi uma heresia.
Meti poesia onde devia e não devia.
Memento mori et Carpe diem!
Paroxítona é proparoxítona.
Oxítona é proparoxítona.
Toda proparoxítona é acentuada.
Porém ser proparoxítona não é propriedade de toda palavra.
As que não são dependem da terminação para serem classificadas.
Bem vindos ao país da escrita diferenciada.
Recentemente modificada.
Ainda não sei se melhorada ou piorada.
"Certeza" mesmo, só de que será "unificada".
Peço desculpas a Bechara e a outros simpatizantes ou estudiosos do idioma, para iniciar o final do meu pensamento fora da toada.
Pois assaltei a gramática.
Assassinei a lógica.
Violentei a métrica.
Cometi uma heresia.
Meti poesia onde devia e não devia.
Memento mori et Carpe diem!
quinta-feira, 14 de maio de 2009
Pra não dizer que não falei do altruísmo
Nunca ouvi ninguém desejar à alguém que nasce ser um altruísta, todos desejam saúde(não que seja dispensável) muito dinheiro, sorte(tal qual a saúde essencial), alguns desejam fama, mas não ouvi ainda"Que sejas um altruísta!"
Compreenssível, há muito pensar no outro deixou de ser padrão da configuração do ser humano, o eu sobrepôs o nós, o meu ao nosso e então esta característica se perdeu, tornou-se rara a ponto de ter valor de uma virtude.
Penso que não se faz necessário beatificar o indivíduo que a tenha. Basta aprendermos a lição e multiplicá-la, pensar em outrem vai muito além de prover ao semelhante bens materiais, finanças ou coisa afim, trata-se de lembrar de um dos mandamentos escritos na tábua de Moisés:
"Não queira aos outros o que não desejas a ti mesmo"; Acho que era mais ou menos isso(risos).
O altruísmo nosso de cada dia não resolverá tudo, mas será um grande começo.
Licença Geraldo Vandré:
Venham!
Vamos embora!
Que esperar não é saber, quem sabe das necessidades faz a hora, não espera acontecer.
Memento mori et Carpe diem!
Compreenssível, há muito pensar no outro deixou de ser padrão da configuração do ser humano, o eu sobrepôs o nós, o meu ao nosso e então esta característica se perdeu, tornou-se rara a ponto de ter valor de uma virtude.
Penso que não se faz necessário beatificar o indivíduo que a tenha. Basta aprendermos a lição e multiplicá-la, pensar em outrem vai muito além de prover ao semelhante bens materiais, finanças ou coisa afim, trata-se de lembrar de um dos mandamentos escritos na tábua de Moisés:
"Não queira aos outros o que não desejas a ti mesmo"; Acho que era mais ou menos isso(risos).
O altruísmo nosso de cada dia não resolverá tudo, mas será um grande começo.
Licença Geraldo Vandré:
Venham!
Vamos embora!
Que esperar não é saber, quem sabe das necessidades faz a hora, não espera acontecer.
Memento mori et Carpe diem!
Assinar:
Postagens (Atom)