quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Você se lembra?

Pois é, praceiros de plantão que quase não acessam este blog! Semana passada me deu uma saudade de tempos passados e resolvi olhar umas fotos.
Olhei, olhei e resolvi compartilhar com vocês.
Sei que alguns aqui não tem orkut (como o Terremoto, por exemplo), mas quem tiver acesse meu álbum que possui o mesmo nome deste post que terá grandes recordações de um tempo em que tudo parecia mais simples (mas nem tanto assim).
Quem não tem, aqui vai uma amostra do que está por lá:

Para quem não se lembra, esse daí foi um show de Skank e Cidade Negra na praia da Barra, que por sinal eu não assisti nenhum dos dois pq estava bêbado demais!

Enfim, espero que gostem. Quem não tiver orkut me diga que posso mandar as fotos por e-mail!

Abraços a todos!

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

Sonho, logo vivo

Certa noite, após um dia agitado de labuta, cheguei em casa esquentei a comida fiz um prato de pedreiro e de frente para tv, com ele na mão fiz a última refeição daquela data. Zapiando um canal e outro parei em um programa chamado Ídolos, onde no qual os participantes tentam um lugar ao sol através do dom de cantar, vê-se muita gente sem dom nenhum, mas também vê-se muita gente que canta muito, o mais importante de tudo é que todos têm em comum a força de vontade de acreditar em suas aspirações.
Achando os comerciais muito longos, caraterística da emissora do concurso, apertei algumas vezes o botão do controle remoto e desci alguns canais parando em um outro programa televisivo que julgo ser merecedor de nossas atenções, Profissão Reporter, cá entre nós uma das melhores surpresas dos últimos anos a esse respeito, onde comandados por Caco Barcelos, muito bom reporter, uma equipe de estudantes da área de jornalismo entrevistam pessoas inusitadas em situações inusitadas, neste dia por exemplo me chamou a atenção duas entrevistas das que foram apresentadas, uma com um rapaz apelidado de Pepa, dono da Pepa Filmes, produtora de filmes inteiramente autônoma, que lança filmes que seriam classificados por especialista como trash , que utiliza materias não menos toscos, guardados imprenssados em uma bicama de um apertamento do Grajaú na zona Norte do Rio de Janeiro. A outra foi com uma pescadora em mares bravios do Ceará, que não me recordo o nome agora, que aos dez anos de idade ajudou uma equipe de cinegrafistas a subir algumas montanhas e dunas para terem os melhores takes do pôr do sol do local, carregando os tripés e algumas câmeras mais pesadas, por uns trocadinhos e por tamanha presteza foi condecorada mascote do grupo que voltou dezenas de vezes depois e em cada uma delas lhe passando um ensinamento de como fazer boas imagens, tantas aulas lhe valeram se tornar uma pescadora cinegrafista e ainda a produção de um documentário da vida da população ribeirinha do lugar, de sucesso internacional. Já altas horas no fim da minha incursão televisiva, já esparramado no sofá, curtindo minha solitude noturna, assisti ao Jornal do fim da noite para me antenar e sem notar entrei Programa do Jô adentro, coisa que parei de fazer de longa data, por vezes o entrevistador falar coisas que acho imbecis e não deixar convidados interessantes falarem, mas resolvi prosseguir e dar uma nova chance a ele. Não me arrependi, logo na primeira conversa foi chamada a Sra. Ana, de Bento Gonçalves, interior do Rio Grande do Sul, que já no auge dos seus noventa e oito anos se presta a cuidar de outras "crianças" de setenta ou setenta e cinco anos, dando-lhes de comer, do que vestir, remédios e outras assistências vitais, tudo isso por conta de uma promessa que fez no pós guerra de ajudar todos os necessitados até o fim de seus dias, nessas horas só me resta pensar em tudo que me aburrece e concluir que para morrer, basta estarmos vivos e que a matéria prima principal da vida não vem do solo que tudo dá, nem cai do céu como chuva, está dentro de nós mesmos, pois trata-se de nossos sonhos.

Memento mori et Carpe diem!

domingo, 20 de julho de 2008

Feliz Dia do Amigo

Não poderia deixar de lembrar dessa data tão especial aqui no Praceando. Afinal de contas, é a amizade que faz o Praceando.
Fico pensando como hoje o dia é curto e não temos tempo para aproveitar as coisas. As vezes deixamos de lado o lazer para correr atrás de nossas responsabilidades. É difícil!
Mas aqui estamos, amigos de longa data, para o que der e vier. É claro que uns com mais afinidades, outro com menos, mas sempre juntos, talves, para o restop da vida.
Acredito que essa amizade que cultivamos, é o maior tesouro que possuimos. Portanto, amigos, vamos cultiva-la com muito carinho.
Parabéns Praceando. Feliz Dia do Amigo!

quinta-feira, 10 de julho de 2008

Sentido bíblico e carnal

Olhando de forma analítica para nosso idioma podemos avistar uma série de expressões e palavras que nos sujeita a uma dupla interpretação, quando são interpretações que confortam, amenizam, conformam, afagam, temos aí o sentido bíblico de algo, quando constrangem, explicitam, lambuzam, temos então o sentido carnal.
Um exemplo clássico e corriqueiro dessas duas facetas linguísticas, encontramos com as palavras feio(a) e bonito(a)(antagônicos perfeitos), se ouvirmos alguém dizer ou dissermos “fulano(a) é feio(a)” e somos interpretados ou temos a intenção de simplesmente expor a informação de que a pessoa não agrada aos olhos( de certa forma até de maneira singela) eis o sentido bíblico, em caso de utilização da mesmissíma frase com o intento de relatar que a pessoa não seria opção de parceria afetiva e sexual nem que se tratasse do único e último ser humano da face da terra(com certo ar de asco) há o sentido carnal envolvido.A respeito de bonito(a), basta fazer as inversões de sentidos adequadas.
Conforme parceria de Arnaldo Jabor e Rita Lee, nos desvendou que “amor é cristão e sexo é pagão” podemos concluir que o sentido bíblico e carnal têm a mesma corelação.Por favor não me confudam com e nem pensem que quero me tornar um mestre da língua(sentido bíblico) até porque qualquer tese a respeito seria muito extensa e capaz de dar sono a qualquer apaixonado pelo tema, mas que tem muito material tem, daqui por diante cabe a cada um em seu íntimo ou em grupo fazer as associações e se surpreender como eu.Isto posto declaro fundados tal qual os sentidos denotativo(real) e conotativo(figurado) os sentidos bíblico e carnal das coisas da língua portuguesa.

Memento mori et carpe diem!

segunda-feira, 7 de julho de 2008

Festa Julina do Nhô Leandorô

Caríssimos Praceiros,

Só estou passando por aqui para dizer que a festa julina / aniversário do Lenadro deste último final de semana foi FODA. Afinal, nós juntos sempre fazemos as coisas ficarem fodas, né?
Espero que algum leitor (se é que tem algum por aqui) poste os vídeos deste que novamente foi um evento que reuniu multidões.
Enfim, só quero dizer outra vez que a nossa galera realmente é show!

Abraços a todos!

sábado, 31 de maio de 2008

Fluência dialética

É cada vez mais recorrente o floreio das comunicações empresariais.Vem um e te pede para startar, ao invés de começar, outro te pede para layoutiar, ao invés de dar forma, em seguida pedem para brainstormar, ao invés de rascunhar idéias e antes de terminar o expediente não te deixam esquecer de logofar, ao invés de encerrar o sistema. Imagino o quão complexo deve ser conjugar alguns desses verbos, eu satarto, tu startas, ele starta..., eu logofarei, tu logofarás, ele logofará...a "mutação" é tamanha e chega até a assombrar os mais explicadinhos.Um dia desses um colega de trabalho me chamou e se disse extremamente preocupado por não ter a fluência nesses estrangeirismos, adornos e circunlóquios gramaticais, falou-me que tinha muito medo de ter sua imagem obinubilada, ao invés de prejudicada, perante os membros do alto escalão, ao invés da diretoria, por procrastinar, ao invés de adiar, algumas decisões.Outro que passava e havia escutado tudo imediatamente o aconselhou a mudar sua postura de modo a não se tornar periférico aos olhos da chefia, ao invés de despercebido, sob pena de ser considerado um indivíduo canhestro, ao invés de estranho, ou ainda defenestrado, ao invés de demitido, é mole?!

Memento mori et Carpe diem!

terça-feira, 22 de abril de 2008

Acabou o Papel!

Caríssimos amigos praceuntes!

Posto aqui uma pequenina amostra de uma musiquinha que fiz para o ano novo.
Para quem não reconhece, os personagens que emprestam suas vozes para a música são nossos amigos Claudio e Suriam.
Algumas edições aqui, outras mixagens ali, uns loops acolá e aqui está uma breve homenagem a estas figuras e a todos os praceiros, a qual apreseitei no Reveillon, mas talvez tenha passado desapercebida por alguns. Não é nada muito elaborado, mas é de coração!
Espero que gostem e divirtam-se!



P.S.1: Para quem não entendeu, o que o Claudio "canta" é:
"Acabou o Papel
Não dá mais pra continuar (aí continua um pouco, aí no final)
Virgínia, Virgínia
Traga mais papel"

P.S.2: Quem quiser baixar a música é só clicar aqui.