Atire a primeira pedra quem nunca ao acessar a grande rede, seja em ambiente de trabalho, seja para estudos, seja para preencher o tempo livre foi receptor de mensagens eletrônicas repletas de sofrimentos, dificuldades ou súplicas emocionais!
Pois é, depois de ter recebido o milhonésimo correio deste feitio fiz uma introspecção a respeito e concluí que esta é uma prática pra lá de comum.
Os textos em sua grande maioria trazem fotos de bebês (seres emocionais) saudáveis ou subnutridos, santas, paisagens, com trilha sonora de tom nostálgico ou motivacional, os mais temíveis (para não escrever abomináveis) são os que no fim nos convida a participar de uma corrente, sob alegação improvável (para não escrever tola) de que poderemos mover mundos e fundos.
Algo que me impulsionou a esta escrita foi ter me deparado com a versão ambulante desses e-motivos, isso mesmo! Ambulantes , geralmente usam roupas fúnebres, exibem cabelos disformes, caras tristes, olhos sombreados ou delineados (na cor preta) falam as palavras com chiado semelhante aos fãs da Xuxa e choram a maior parte do tempo. Ver isso é de cortar o coração . Eles são cobaias de uma geração com uma rebeldia sem senso (para desta vez não escrever estúpida) neste caso o que há é a sobreposição do ridículo sob a desculpa de ser "autêntico" ou "revolucionário".
Sinceramente ao testemunhar essa geração espontânea, caí no besteirol de imaginar que Pink e o Cérebro (dois ratos de um conhecido desenho animado) devem estar literalmente roendo-se de inveja, afinal de contas os e-motivos cada dia que passa estão mais próximos de dominarem o mundo.
Memento mori et Carpe diem!
terça-feira, 18 de março de 2008
sábado, 9 de fevereiro de 2008
South Square
Lembro-me de quando criei essas imagens. Estávamos aqui na minha casa e começamos a criar personagens do South Park para a galera. Vejam o resultado:

DANIEL

TERREMOTO

RAPHAEL

FELIPE

LEONI

TONI
(Ainda com cabelo grande)

SURIAM
quarta-feira, 2 de janeiro de 2008
Revellion do Bigão!!
Daqui a muitos anos vou me lembrar do dia 31/12/2007 e das primeiras horas do ano de 2008, como datas que me marcaram como tatuagens, sei que vai parecer piegas mas concluí depois da nossa reunião que temos que ter cada vez mais orgulho de nos conhecermos, não escrevo isso por conta dos excelentes anfitriões, que foram os pais e parentes do Bigão, tampouco por nossa animação, até porque fazer isso é chover no molhado.Essa minha atitude tem como motivação a particularidade que é o nosso coletivo, capaz de fazer gringo cair na dança e se sentir como se fosse membro do clã de longa data, além de acolhedores e verdadeiríssimos abraços e saudações, divergências resolvidas ou não a parte, quando falei com cada um presente ou por telefone notei que com muito ou pouco convívio ou contato, há sempre um momento que um pensa coisas boas para o outro, essa minha percepção me fez concluir que se não existíssemos, teriamos que ser inventados. (risos)!
"Memento mori et Carpe diem!"
"Memento mori et Carpe diem!"
sexta-feira, 9 de novembro de 2007
Até quando?!!
Hoje, 09/11/2007, por volta das 12:00h, minha mãe foi vítima de um assalto, na esquina das ruas Viana Drumond e Visconde de Santa Isabel, foi abordada por um jovem que afanou sua bolsa que continha alguns trocados e todos os seus documentos. O meliante nem considerou o pedido para que deixasse os documentos, embora estivesse praticando o roubo sem qualquer resistência por parte da vítima e qualquer represália em plena luz do dia, mais uma vez restou ao pedestre resignar-se em não ter sofrido nenhuma molestação maior ou sequestro e dar meia volta para imediatamente de casa encarar a burocracia para cancelamento de seus cartões.
Não só nestas ruas como também na Barão de Cotegipe, onde resido e onde já fui assaltado e diversas ruas do bairro de Vila Isabel, são pontos de assaltos de transeuntes corriqueiros e só resta aos cidadãos de bem questionar às autoridades ou quem quer que seja, até quando?
"Memento mori et Carpe diem!"
Não só nestas ruas como também na Barão de Cotegipe, onde resido e onde já fui assaltado e diversas ruas do bairro de Vila Isabel, são pontos de assaltos de transeuntes corriqueiros e só resta aos cidadãos de bem questionar às autoridades ou quem quer que seja, até quando?
"Memento mori et Carpe diem!"
terça-feira, 9 de outubro de 2007
Fotos do basquete no Light
As fotos da pelada do último domingo (07/10/2007) no Light já estão no ar. Confiram aqui ou no menu ao lado na seção Fotos dos eventos.
Quatro décadas de conformismo.
Hoje pela manhã ao fazer a leitura diária de meus e-mails, um deles enviado por minha amiga Bianca de Sousa Camelo(Biaquinha para os íntimos) me fez lembrar do quadragésimo aniversário de morte do ao meu ver maior e melhor questionador das nossas realidades, além de único argentino que admirei ao longo desses vinte oito quase vinte nove anos da minha vida, Ernesto Che Guevara.
Este homem não marcou feito tatuagem na história somente por seu semblante fotogênico, que deu origem a estampas diversas em diversas camisetas, como uma que uso agora ao escrever esse texto, marcou por seus ideais bastante igualitários e por manter-se fiel a eles até o último suspiro, quando foi assassinado na Bolivia, perseguido por militares tiranos e autoritários.Classifico esta morte como uma perda incomensurável da humanidade e desde dos idos dos anos sessenta não encontrei em livros e nem vi alguém que pudesse se equiparar com tamanha valentia.Morando em um país tão bagunçado, politicamente falando, sinto a falta de um novo Che entre nós.
"Memento mori et Carpe diem!"
Este homem não marcou feito tatuagem na história somente por seu semblante fotogênico, que deu origem a estampas diversas em diversas camisetas, como uma que uso agora ao escrever esse texto, marcou por seus ideais bastante igualitários e por manter-se fiel a eles até o último suspiro, quando foi assassinado na Bolivia, perseguido por militares tiranos e autoritários.Classifico esta morte como uma perda incomensurável da humanidade e desde dos idos dos anos sessenta não encontrei em livros e nem vi alguém que pudesse se equiparar com tamanha valentia.Morando em um país tão bagunçado, politicamente falando, sinto a falta de um novo Che entre nós.
"Memento mori et Carpe diem!"
quarta-feira, 3 de outubro de 2007
Outra vez!!!
Meus caros,
Pela segunda vez escrevo a respeito de violência em nossa querida Praça Barão de Drumond, em Vila Isabel, destas vez muito mais perto de nós, mais precisamente de fronte a porta do quarto interino da minha namorada e no quintal da casa do nosso amigo Raphael.Houve na noite do dia 01/10 uma verdadeira caçada a um grupo de inicialmente três bandidos, fugidos da rua Alexandre Calaza(nas redondezas) que terminou com a prisão de dois deles e culminou com a morte de um, que tentou se esconder nas casas dos moradores da cercania.
Tamanha brutalidade aos olhos de cidadãos honestos e honrados, como os que ali moram, deixou como rastro, gotas de sangue do mau elemento, que secaram no asfalto e tal qual as pinturas de ruas para as Copas do mundo, só sumirão após vários meses de sol e chuvas, horas preciosas de sono, mal aproveitadas ou totalmente perdidas, pelo clima de tensão perene instaurado e talvez com muita sorte e muito enganjamento dos que aqui moram, o máximo que irá acontecer será marcar uma data para todos vestirem-se de branco e darem um imenso e inútil abraço à Praça Barão de Drumond(vulga Praça Sete), da mesma forma inútil que fazem com a Lagoa Rodrigo de Freitas, em casos desse nível na Zona Sul do estado.A Lagoa e a Praça agradecem, mas...
Mais uma vez peço que não entendam esse escrito como algum tipo de manisfesto em favor do morto, até porque existe uma grande probabilidade de se tratar de um dos meliantes que vinham assombrando os pedestres da rua Barão de Cotegipe, rua em que moro, próxima também à praça, que em outrora era ponto de referência de tranquilidade do bairro, com constantes assaltos, matutinos, diurnos e noturnos, principalmente a mulheres.Entendam como um tipo de desabafo, de modo que não me torne inconveniente em conversas de bares ou de encontros casuais de maneira chata, em momentos que devem ser muito agradáveis, nem vejam em mim a aspiração em ser um moderno Don Quixote.Espero sinceramente que de alguma forma o poder público saia da inércia peculiar a respeito e faça de Vila Isabel, inicialmente, novamente um bairro família e bom de se morar.
Mais detalhe a respeito se encontra em: http://odia.terra.com.br/rio/htm/geral_126411.asp
"Memento mori et Carpe diem!"
Pela segunda vez escrevo a respeito de violência em nossa querida Praça Barão de Drumond, em Vila Isabel, destas vez muito mais perto de nós, mais precisamente de fronte a porta do quarto interino da minha namorada e no quintal da casa do nosso amigo Raphael.Houve na noite do dia 01/10 uma verdadeira caçada a um grupo de inicialmente três bandidos, fugidos da rua Alexandre Calaza(nas redondezas) que terminou com a prisão de dois deles e culminou com a morte de um, que tentou se esconder nas casas dos moradores da cercania.
Tamanha brutalidade aos olhos de cidadãos honestos e honrados, como os que ali moram, deixou como rastro, gotas de sangue do mau elemento, que secaram no asfalto e tal qual as pinturas de ruas para as Copas do mundo, só sumirão após vários meses de sol e chuvas, horas preciosas de sono, mal aproveitadas ou totalmente perdidas, pelo clima de tensão perene instaurado e talvez com muita sorte e muito enganjamento dos que aqui moram, o máximo que irá acontecer será marcar uma data para todos vestirem-se de branco e darem um imenso e inútil abraço à Praça Barão de Drumond(vulga Praça Sete), da mesma forma inútil que fazem com a Lagoa Rodrigo de Freitas, em casos desse nível na Zona Sul do estado.A Lagoa e a Praça agradecem, mas...
Mais uma vez peço que não entendam esse escrito como algum tipo de manisfesto em favor do morto, até porque existe uma grande probabilidade de se tratar de um dos meliantes que vinham assombrando os pedestres da rua Barão de Cotegipe, rua em que moro, próxima também à praça, que em outrora era ponto de referência de tranquilidade do bairro, com constantes assaltos, matutinos, diurnos e noturnos, principalmente a mulheres.Entendam como um tipo de desabafo, de modo que não me torne inconveniente em conversas de bares ou de encontros casuais de maneira chata, em momentos que devem ser muito agradáveis, nem vejam em mim a aspiração em ser um moderno Don Quixote.Espero sinceramente que de alguma forma o poder público saia da inércia peculiar a respeito e faça de Vila Isabel, inicialmente, novamente um bairro família e bom de se morar.
Mais detalhe a respeito se encontra em: http://odia.terra.com.br/rio/htm/geral_126411.asp
"Memento mori et Carpe diem!"
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