domingo, 13 de dezembro de 2009

Any give sunday

Domingo, seis de dezembro de 2009, acordei por volta das 09:45hs, vi o sol e disse pra mim mesmo:

" Até ele veio, é hoje o dia".

Como de costume liguei a tv em programa esportivo, que tinha como a menina dos olhos a decisão, ou rodada decisiva do campeonato brasileiro de futebol; que bom pra mim que neste ano tinha o time de coração como provável campeão. Aliás sobre essa probabilidade abro um parêntese para formalizar meus sinceros agradecimentos aos que torceram freneticamente contra, aos "especialistas" que deram o campeão, ou melhor, hexacampeão de fato como vencedor impovável antes mesmo da metade do certame. Nas aproximadamente três horas seguintes fui notificado dos preparativos e confesso, me emocionei com as aparições dos gols dos jogos decisivos que terminaram a favor do meu time de coração.

Almocei e por morar nas cercanias do maior templo do futebol deste planeta, pelo menos na minha humilde opinião, fui caminhando junto com meu irmão Thiago e meu amigo Ulisses até lá, cena que ocorreu várias vezes esse ano, mas nenhuma igual a essa, nessa hora fui testemunha de uma onda gigante, rubro-negra, que tomava o Rio de janeiro todo e grande parte do país, composta por semblantes certos que dali em diante faltavam pouco mais que quatro horas para o fim de uma espera de dezesete anos.

Por favor não entendam o otimismo dos flamenguistas como soberba, prepotência ou coisa que o valha, tal qual corneta a oposição.Torcer para o Clube de Regatas Flamengo dá-nos a convicção que em um domingo qualquer haverá mais glórias a serem alcançadas.

Sábio e visionário foi Lamartine Babo ao escrever:

"Vencer, vencer, vencer! Uma vez Flamengo, Flamengo até morrer!"

Sendo um tanto redundante para com os flamenguistas, desejo a todos sucesso e felicidades.

Memento mori et Carpe diem!

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

5/11 - Dia do Designer

Não costumo usar o espaço do Praceando para divulgar meus trabalhos, mas escrevi no meu blog um texto sobre o Dia do Designer que vale a pena ler.
http://danielbrito.blogspot.com/2009/11/5-de-novembro-dia-do-designer.html
Um abraço.

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Questão de tempo

As investidas não bem sucedidas nem sempre são o fim de tudo, ou pelo menos não deveriam ser.

Olhar para o alto dia após dia ajuda a entender.

Avistaremos o sol imponente, torrido e sempre disponível a proporcionar-nos ótimos veraneios, com o avançar da hora veremos a lua acompanhada de muitas estrelas para reger as marés e batizar os casais enamorados.Em algumas datas estarão encobertos por nuvens carregadas, não venho aqui mal dizê-las, até porque as chuvas que cairam, caem e cairão serão capazes de banhar-nos e às plantas em ocasiões vezes memoráveis.

Ambos sem tirarem férias.

Resumindo, as colheitas e ou as secas que ocorreram, ocorrem e ocorrerão em nossas vidas, estarão diretamente relacionadas à danada da sapiência do tempo certo.

Memento mori et Carpe diem!

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

O Rio de Janeiro continua sendo.

Quem diria que em 02 de outubro de 2009 as 13:51hs o mundo iria testemunhar o que testemunhamos?

Nessa hora aconteceu algo que já vinha tomando forma há alguns anos, nesse dia fomos brindados com um céu de brigadeiro, depois de dois dias seguidos chuvosos, sem cor. Sendo assim até o Cristo Redentor apareceu na foto de corpo inteiro e com mais esse expectador ficou " geral junto e misturado", cheios de vontade de assumir a "responsa" de sediar as olimpíadas e paraolimpíadas de 2016.

Sem muitas delongas o planejado ocorreu e foi instaurado um surto de euforia.

Sabemos que não será a solução de tudo.

Temos certeza que a maioria absoluta dos cariocas da gema e dos demais brasileiros não terão o menor acesso a toda essa festa.

Ainda esperamos estarmos providos de educação, saúde, segurança e políticos medalhas de ouro e que seja um legado para todo o sempre.

Todavia, perdoem-me os não entusiastas do Brasil e mundo a fora, mas essa escolha mostrou mais uma vez que o Rio de Janeiro, com os seus mais de quatro séculos de idade, continua sendo.


Memento mori et Carpe diem!

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Uma incitação ao otimismo

Todas as vitórias são deliciosas, aprendemos isso desde a nossa infância, em simples joguinhos e piques dessa fase da vida. Com certeza as mais saborosas são as menos cotadas pelos outros.

Por mais hábeis, inteligentes e saudáveis que somos, tivemos que enfrentar essa falta de crédito pelo menos uma vez na vida.

Acho que nesses momentos fazemos algo que há algum tempo decidi fazer. Sempre que aperecer qualquer obstáculo concreto ou abstrato, alheio as desconfianças que me rodeiam, vou manter minha cabeça erguida, dar de ombros e seguir em frente com todo gás; claro que em certas ocasiões me notarão amuado e até pensando em desistir e é por isso que escrevo essa minha reflexão à vocês, peço encarecidamente que não deixem eu me abater e àqueles que me autorizarem farei o mesmo, salvo em questões que se tratem de verdadeiros murros em ponta de faca.

Talvez em pouco tempo essa onda se propague a ponto de virar uma saudável rotina.

"O impossível é tudo aquilo que você ainda nem sequer tentou".


Memento mori et carpe diem!

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Te conheço? Me conheço?

Cada dia que passa me convenço mais que ser humano é sempre querer saber.Nem sempre obtemos as respostas e no entanto fazemos contínuas novas perguntas.

Não conhecemos a si próprio, quem dirá aos demais.

Imerso nesse misterioso mundo interior, chego a ter algumas suposições:

Talvez por isso os analistas tenham suas agendas lotadas.

Talvez por isso nos encantemos de forma colossal com os atores e atrizes, que se divertem e nos diverte nos enganando com mentriras baseadas em fatos reais e destes, alguns, sofram por enganar-se por muito tempo.

Talvez por isso proliferem as várias seitas e religiões.

Talvez por isso nos assolam e semeamos as inúmeras desconfianças.

Todos nós amamos algo, não suportamos algo e temos medo de algo, por mais esquisito que possa parecer.

Suponho que as respostas sobre nós mesmos estejam disponíveis nas simetrias inversas dos espelhos.

Então antes de qualquer julgamento, aconselho que vide os versos diversos.


Memento mori et Carpe diem

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Hesite em hesitar

As chances das coisas capazes de modificar as nossas vidas aparecerem, ao contrário que se possa imaginar, não são múltiplas.

Ser alguém correto, companheiro de todas as horas, ótimo(a) filho(a), pai, mãe, irmão, irmã, amigo(a) ou degenerar-se a esse ponto é quase o bastante para tal acesso.

Tudo isso nos deixa a beira da plataforma, bem juntos da locomotiva da felicidade. Para embarcar é pré-requisito um mínimo de ousadia e muita gana.

O trem não é parador e hesitar em entrar estando na frente de uma porta aberta, só pra ter história triste pra contar, significa perder um ou alguns dos poucos vagões disponíveis.

Protelar a viagem tende a ser um erro irreparável, com o passar do tempo a vitalidade para continuar na correria, encarar o empurra empurra e apertar-se em meio aos demais viajantes fica menor e você deixa de estar ao lado e passa a estar atrás, podendo talvez nunca mais alcançar. Em caso de tombos ou obstáculos que tenha que transpor "retroceder nunca, render-se jamais!" Go on! Em bom e novo português, vai que é sua!


Memento mori et Carpe diem

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Justiça para todos!!

Com a prisão, mesmo que temporária, do ídolo porque não dizer mito de muitos, chamado Romário me pus a pensar mais uma vez sobre a justiça "justa" do meu país e tive uma sensação mista de satisfação e resignação. A primeira por ver alguém de renda ser penalisado, nem que seja pelo único motivo que enclausure os cidadãos independentemente de renda ou popularidade, coisa que deveria ser para todo e qualquer crime e a segunda por estarmos em meio a tanta bagunça de nossos políticos e até o Romário ser punido e eles não.

Vejam bem, não venho aqui lançar um manifesto "Baixinho Free" ou exaltar a pessoa que é esse ex jogador ou coisa que o valha, até porque nem o acho tão boa gente assim, mas é notória nessa questão específica a postura de usurpadora por parte da mãe dos filhos em questão, antes que me façam advertências do tipo " Ele não é nenhuma criança!", " Ele tem muita grana, não passa por dificuldade!" e etc...os(as) convido a raciocinar se a módica quantia acima de R$20.000,00 não é também para garantir a ocupação de dondoca da mãezona.

Otário foi o "malandro" Romário que não aproveitou tamanha popularidade para cavar uma vaguinha no Planalto ou no Senado brasileiro e assim se ver livre de uma vez por todas dos lâmpejos de eficiência da justiça nessas esferas, tal qual Paulo Maluff, José Dirceu, Roberto Jeferson, José Sarney e outros tantos mais. Aproveitando todo esse fuzuê o orientaria a tentar tal "êxito" e começaria uma campanha eleitoral massiça junto a " imensa" torcida do América Football Club, clube onde é dirigente, seria facilmente eleito sob promessas de ser em Brasília alguém que teria atalhos para atender aos interesses desse clube, tal qual o bem sucedido Eurico Miranda.

Memento mori et Carpe diem

sábado, 4 de julho de 2009

Donas palavras

Em todo momento vejo palavras, no plantar, no germinar, no nascer, no crescer e no partir.

Sonho com palavras que avisto todos os dias, em todas as horas entre o despertar e o dormir.

Há palavras nas películas mudas, mímicas e músicas, cantadas e não cantadas.
"Palavras são apenas palavras pequenas, palavras...".

Palavras estão nos tempos, nos dilemas, nas soluções e contratempos.

Vejo palavras nas placas, nas retas, curvas, descidas e subidas dessa nossa estrada.

Se me perguntarem como escrevo não as tenho para essa dúvida dirimir.

Vocábulos e seus falsetes, mais comuns como metáforas, me conduzem e me conduzirão aos inícios, meios e fins. Definitivamente não possuo as palavras, elas são donas de mim.


Memento mori et Carpe diem!

Aqui jaz o esporte amador

Ainda num misto de abobalhado com surpreso pela morte de Michael Jackson e fugindo de todo sensacionalismo habitual instaurado pelo fato achei nas ondas do rádio uma entrevista que me consternou bem mais. Na conversa era falada a morte do complexo esportivo Júlio Delamare, anexo ao estádio do Maracanã.

Ouvindo aquele disparate todo fui imaginando uma lápide e seus escritos que seriam postos no lugar.No início a mesma frase que dá título a esse texto e em seguida as suas grandes realizações e seus grandes momentos, sua serventia na popularização de certos esportes com os jogos de pólo aquático e os Meetings de natação e atletismo, sem contar o importante papel social disponibilizando acesso aos seus eventos e ao desporto à pessoas pobres ou carentes e entretendo os da melhor idade com o recente e excelente projeto Suderj em forma, para finalizar o epitáfio.

Saber que tudo isso será devastado para dar lugar a um estacionamento, sob a promessa de ressurreição sabe-se lá onde, sabe-se lá quando é lastimável. Aumenta a decepção lembrar de uma construção enorme caindo aos pedaços, que dizem se tratar de um museu do índio, hoje sem qualquer acervo, vizinha do local, que daria um ótimo e também enorme edifício garagem, ou melhor ainda, uma nova escola de educação física e de áreas afins da UERJ ( Universidade do Estado do Rio de Janeiro) muito bem situada e lembar do também quase abandonado e imenso quintal da Quinta da Boa Vista que desempenharia muitíssimo bem a função de um amplo estacionamento vinculado a um sistema de micro-ônibus para uma travessia áté o Maracanã e nem serem cogitadas tais hipóteses.

Prefiro crer que isso foi pensado e que por conveniências inconvenientes não se tornou projeto, pelo menos ter sido pensado já é um alento.

Me perdoem os fãs mais fervorozos do astro, mas decidi lembrar dele somente quando ouvir em festas ou boates suas boas e dançantes músicas e improvisar um Moon Walker ou quando vir um dos seus clipes com as suas coreografias sempre inovadoras, deixar quem não viveu descansar em paz e seguir em frente.Pois a morte de um complexo esportivo dessa magnitude e o pouco provável renascimento com tamanha pujança me doem mais.

Who´s Bad?!

Memento mori et Carpe diem!

sábado, 20 de junho de 2009

Aberta a caça a graduação no Brasil

Em 1706/2009 nosso STF (Supremo Tribunal Federal) julgou, digamos desnecessário, todo o esmero seja por vocação ou por obrigação dos presentes jornalistas de fato e de direito para suas profissionalisações, decretando que se tenha tal título sem uma graduação.Isto posto pensei cá com meus botões que a área que tem Leda Nagle, Arthur Xexéo, Luis Fernando Verissimo, Caco Barcelos, Zuenir Ventura e tantos outros profissionais bons quanto, porém menos famosos, deva habilitá-los com um certo aprimoramento científico.

Me desculpem meritíssimos, mas não achei procedente tal conclusão.

Ser um jornalista transcende a capacidade de ter uma visão fática dos acontecimentos e descrevê-los de forma imparcial, é quase só isso tudo. Há um quê de maestria em escritas, imagens e narrativas lapidado exatamente em período acadêmico, no qual todos os envolvidos são fortemente pressionados, com trabalhos, provas e coisas afins sob alegação de uma seleção para o mercado, a partir de então serão "selecionados" não mais pelo quoeficiente de inteligência e sim pelo quem indique.Não me causaria o menor espanto testemunhar daqui a alguns anos vários biscates ou passatempos mal remunerados nesta profissão.

Ainda cá com os meus botões cheguei a pensar em uma conspiração para acabar com a legitimidade de qualquer manifesto ou contestação futura, nada de se estranhar em tempos de político que pouco se lixa com a opinião pública.

Antes que me rotulem de jornalista revoltado registro que sou graduado sim, porém de área bastante diferente da a do tema, mas me preocupa mais degradações que possam vir.


Memento mori et Carpe diem!

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Intromissão poética

Proparoxítona é proparoxítona.
Paroxítona é proparoxítona.
Oxítona é proparoxítona.
Toda proparoxítona é acentuada.
Porém ser proparoxítona não é propriedade de toda palavra.
As que não são dependem da terminação para serem classificadas.

Bem vindos ao país da escrita diferenciada.
Recentemente modificada.
Ainda não sei se melhorada ou piorada.
"Certeza" mesmo, só de que será "unificada".

Peço desculpas a Bechara e a outros simpatizantes ou estudiosos do idioma, para iniciar o final do meu pensamento fora da toada.

Pois assaltei a gramática.
Assassinei a lógica.
Violentei a métrica.
Cometi uma heresia.
Meti poesia onde devia e não devia.

Memento mori et Carpe diem!

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Pra não dizer que não falei do altruísmo

Nunca ouvi ninguém desejar à alguém que nasce ser um altruísta, todos desejam saúde(não que seja dispensável) muito dinheiro, sorte(tal qual a saúde essencial), alguns desejam fama, mas não ouvi ainda"Que sejas um altruísta!"

Compreenssível, há muito pensar no outro deixou de ser padrão da configuração do ser humano, o eu sobrepôs o nós, o meu ao nosso e então esta característica se perdeu, tornou-se rara a ponto de ter valor de uma virtude.

Penso que não se faz necessário beatificar o indivíduo que a tenha. Basta aprendermos a lição e multiplicá-la, pensar em outrem vai muito além de prover ao semelhante bens materiais, finanças ou coisa afim, trata-se de lembrar de um dos mandamentos escritos na tábua de Moisés:
"Não queira aos outros o que não desejas a ti mesmo"; Acho que era mais ou menos isso(risos).

O altruísmo nosso de cada dia não resolverá tudo, mas será um grande começo.
Licença Geraldo Vandré:
Venham!
Vamos embora!
Que esperar não é saber, quem sabe das necessidades faz a hora, não espera acontecer.

Memento mori et Carpe diem!

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Na mesma

Não sei quem disse e porque disse que avançamos muito e rapidamente. Só há evidências do contrário, basta invertermos o prisma.
Estudiosos defendem que somos Homo Sapiens Sapiens ( homens que sabem que sabem) um estágio acima dos "evoluidos" Homos Sapiens ( homens que sabem), não sei não.

Vejo que modernizamos as barbáries hoje somos capazes de matar bem mais, com bem menos esforço e muito mais distantes.Se compararmos as performances atuais com as dos conquistadores de outrora fica bastante parelha a disputa.

Há pouco mais de quinhentos anos tinhamos a certeza, inquestionável sob pena de morte, de que o planeta Terra era achatado. Aprendemos a voar, alçamos voos cada vez mais altos a ponto de poder avistá-lo de fora, e além de ratificar sua forma arredondada o apelidamos de planeta azul. Mas até então fomos incapazes de nos policiarmos sobre o esgotamento de recursos naturais esgotáveis, nada mais óbvio de se concluir uma vez que há uma área delimitada e sem previsão de expansão. Óbivio para qualquer um, menos para nós mesmos.

Numa análise social mais localizada estou rodeado de muitos ainda contagiados com a crença tola, instituida há mais ou menos quarenta anos, de que o Brasil seria o país do futuro. Os sonhadores e vendedores dessa ilusão de ontem seriam os que poderiam prover a ascenção agora, e?

Registro aqui uma meia culpa por três décadas de certa conivência, talvez por conveniência ou coisa que o valha. Mas como bem cantara Os Paralamas do Sucesso:

"Eu acordo pra trabalhar, corro pra trabalhar, durmo pra trabalhar, como pra trabalhar. Eu não tenho tempo de ter o tempo livre de ser, de nada ter que fazer, eu me encontro perdido nas coisas que eu criei, eu nada sei..., ando cansado demais".


Memento mori et Carpe diem!

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Oba! Obama!

Ainda entusiasmado com a chegada da nova família a Casa Branca, chefiada por um negro, com nome mulçumano, que teve infância pobre e enferma e neto de africanos. Fui surpreendido por mim mesmo e pelas convicções de muitos outros entusiastas de que a maioria ou senão todas as mazelas do mundo estariam com os dias contados.

Racismo, o Obama resolvi!, Oba!
Guerras, o Obama resolvi!, Oba!
Crise econômica, O Obama resolvi!, Oba!
E por aí vai...

Passada a carnavalização do fato e o carnaval propriamente dito subtamente lemberei-me que a Casa Branca fica em Washington e não em Brasília, Lima, Buenos Aires, Lapaz, Santiago, Paris, Londres, Tóquio, Berna, Moscou, Sidnei ou qualquer outra capital e concluí que é totalmente injusta tamanha expectativa sobre tal nomeação; Mais vale esperar que diferentemente do seu antecessor Obama seja mais cosmopolita na tomada de decisões. Pois antes de ser o novo inquilino da presidência do "mundo" é um ser humano passível de erros e acertos, que estará frente a frente com os males da sociedade americana e mundial, milenares, por menos de uma década.

Contudo Oba! Obama!

Memento mori et Carpe diem!

quarta-feira, 8 de abril de 2009

Já dizia Joseph Klimber: "A vida é uma caixinha de surpresas"

Parece meio sórdido, mas apenas há pouco tempo descobri o que é o mais importante na vida. Não é ser rico, bonito ou responsável, nem mesmo amável, carinhoso ou correto, ou ainda ter saúde, responsabilidade ou mesmo um emprego.
Pode parecer um absurdo, mas não acho que nenhuma dessas coisas seja a mais importante. Acredito que a chave para tudo é apenas uma: ser FELIZ.
Mas você pode dizer: "De que adianta ser feliz se não tenho saúde?", ora, meu caro, se você for feliz, todas as outras coisas vêm junto. Já ouviu falar que "Rir é o melhor remédio"? Então! Quem é feliz ri (e sorri) mais, não leva a vida tão a sério, porque isso só estressa.
Procure algo que lhe traga felicidade, seja trabalho, amor, amizade ou mesmo solidão. Faça o que lhe faz feliz e a partir do momento em que você não estiver mais sendo feliz daquele jeito, mude! Não tenha medo de mudar! Mude de emprego, mude de casa, mude de amor, mude de opinião! Não importa o que os outros dirão. Você é o único que passa 24h por dia com você! Já dizia Raul: "Eu prefiro ser essa metamorfose ambulante do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo". Mudar não quer dizer que você não tem personalidade, quer dizer que você reconhece o que lhe faz feliz e que está vivo!
A vida é muito curta para se viver infeliz, para ser sempre o mesmo. Se reinvente quando você já não se agradar mais, mas o mais importante de tudo: SEJA FELIZ SEMPRE! SÓ SE VIVE UMA VEZ!

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Ter ou não ter? Eis a nova questão.

O padrão do cotidiano é não ter nada ou quase, não temos dinheiro, não temos políticos, não temos política, não temos governo, não temos Estado.
Há muito perdemos a paciência, a educação, a atitude, a cidadania, a moral e os bons costumes. Não temos segurança, não temos voz, não temos alguém , ( no sentido literal e primário do verbo) , acompanhamos e somos acompanhados, não temos toda privacidade, não temos todas as ruas das cidades, não temos acesso total, não temos informação.
Vale mencionar a casa muito engraçada, nunca vista, somente cantada e imaginada, a qual já não tinha teto, não tinha nada! Não temos vocabulário, porque não temos o hábito da leitura. E o que falar de tempo então, hein?!
Em terra de quem não tem tanta coisa, quem tem tudo ou quase, devido a pouquíssima parceria, é visto como um ser inatingível, previsível (em suas constantes inovações), monocromático, monossilábico, "monótono".

Memento mori et Carpe diem!

quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

SOA

Na volta de época de dias ensolarados notei uma tendência comportamental de massa das pessoas em usar óculos escuros, uns sob alegação de fotosensibilidade, outros para esconder as olheiras e outras anomalias de quem não leva uma vida lá muito saudável e alguns outros por simples estética ou “estilo”, muitos destes os mais inadequados por ocasião.Nem todos os estilosos são piegas e sem senso, mas inúmeros deles usam este adereço de forma tosca, nem precisa ter muita luz e nem hematoma ou vermelhidão nos olhos que justifique.O pico das pessoas que usam esses óculos estão em shoppings, escritórios, estúdios de televisão e bares em horários noturnos, onde as luzes nem são tão nocivas, talvez numa de tentar olhar de cima ou de olhar sem que saibam o quê e quem estão olhando.Em meio a tantas síndromes modernas chego a pensar que estamos ameaçados pela SOA(Síndrome de Ocultamento da Alma ou Síndrome de Obscurecimento da Alma) o que for menos pior, pois há um consenso que os olhos são as janelas da alma e pôr tarja preta sem propósito lógico é censurar a si próprio, crescer pro lado das sombras e confortar-se na escuridão, que nos assombra quando somos crianças, época de muita verdade e espontaniedade.Esse medo de viver de alma aberta, bastante peculiar aos fracos que se fazem de fortes já foi muito bem cantado pelo saudoso Raul Seixas “ Quem não tem colírio usa óculos escuro e quem não tem visão bate a cara contra o muro”.

FELIZ NATAL

Memento mori et Carpe diem!

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Consciência humana

Nos dias que circundam mais uma celebração de aniversário de Zumbi dos Palmares, nunca me recordo se de nascimento ou de morte, fui tomado por uma reflexão acerca do tema.Ao concentrar-me notei-me parte integrante de uma sociedade altamente sensacionalista, no que tange essa tal connsciência negra, que na minha humilde opinião dá nome equivocado a data do dia 20 de novembro, vejam bem, não entendam que sou contra a qualquer homenagem, instituição de feriado ou criação de monumentos, até porque julgo muito mais justo que tantas e tantos outros que temos.Mas penso que cairia melhor chamarmos esses vintes de novembro de Dia da Consciência Humana.
Cento e vinte anos depois do fim da famigerada escravidão, diga-se de passagem bastante duradoura em nossas terras, nota-se a exaltação com a idéia imprópria de sobreposição da cultura negra em relação as demais.Apresentar-nos sim, mas nunca ocultar as outras, há lugar para todos.Alguns negros bem sucedidos e ou influentes fomentam criações de revistas somente para negros, de canais de tv somente para negros, camisetas com o dizer "100% NEGRO"... e me pergunto, não é também uma forma de racismo?
Isso tudo sem falar nas cotas, que são vistas por estes como a panacéia e vistas por mim como algo bom desde que não seja perene, um bom paliativo para os que AGORA têm que se colocar na sociedade.
Dentre os vários devaneios meus nas raias da utopia, desejo ver muito mais oportunidade de igualdade de condições de busca de espaço menos marginal para Negros, Brancos, Amarelos e Índios, desejo ver camisetas com os dizeres "100% HUMANO" ou " 100% MISCIGENADO".Porque toda tese intelectual sobre racismo que tenha como ferramente racismo é uma tremenda burrice.
A minha raça não cabe escrever aqui, deixo saber quem me conhece pessoalmente e para quem não me conhecer, leiam esse texto como escrito por um ser humano de músculos, carne e osso, pele e alguma cor.

Memento mori et Carpe diem!

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Você se lembra?

Pois é, praceiros de plantão que quase não acessam este blog! Semana passada me deu uma saudade de tempos passados e resolvi olhar umas fotos.
Olhei, olhei e resolvi compartilhar com vocês.
Sei que alguns aqui não tem orkut (como o Terremoto, por exemplo), mas quem tiver acesse meu álbum que possui o mesmo nome deste post que terá grandes recordações de um tempo em que tudo parecia mais simples (mas nem tanto assim).
Quem não tem, aqui vai uma amostra do que está por lá:

Para quem não se lembra, esse daí foi um show de Skank e Cidade Negra na praia da Barra, que por sinal eu não assisti nenhum dos dois pq estava bêbado demais!

Enfim, espero que gostem. Quem não tiver orkut me diga que posso mandar as fotos por e-mail!

Abraços a todos!